Transcrevo-te em mim e através de mim; há cada profusão que teus olhos fazem-me aprofundar mais ainda o meu ser em ti; pois guardo dentro de mim um pedaço deste, incrível infinito que és, meu amor.
Sinto-me como a lua, que tem suas fases, vezes cheia, vezes pela metade, as vezes tão pequena e longe que quase não se vê. Mas sei que independente da fase, sou eu mesma, vivendo esse ciclo de mudanças, e isso me conforta. Abraço meus processos com muito amor e respeito por quem já fui, sou e serei.
« Regarde ton chien dans les yeux et tu ne pourras pas affirmer qu’il n’a pas d’âme »
– Victor Hugo































brutamente-meiga